Partiu Ipanema? Arpoador ou Coqueirão? Não, pera…
Tô falando de outra Ipanema… mais especificamente dessa belezinha do banco espanhol Black Farm Genetix!
Uma genética doce, potente e com cara de praia, mas com pedigree de laboratório.
Nascida do cruzamento entre a Açai Berry Cake e a Orange Punch, ela traz a doçura da linha ‘cake’ e a pancada cítrica da Orange Punch, resultando numa híbrida potente com predominância indica.
É uma planta robusta, com buds densos e compactos, com muitos tricomas e tons de verde claro, e uma quantidade indecente de terpenos.
A marola dessa Ipanema não vem do mar. Ela é marcada por notas de uva e frutas vermelhas, com um leve fundo de baunilha — sendo doce e agradável até para os paladares mais exigentes.

E na mente?
Com níveis de THC entre 20 e 25%, ela provoca inicialmente um pico de energia e uma leve euforia, sendo interessante para atividades criativas e socialização, e evolui para um relaxamento corporal suave, sem dar aquela derretida pesada na mente dos guerreiros da fumaça.
Já no cultivo, a Ipanema pede atenção, mas recompensa bem o grower. É Indicada para quem já tem um nível de experiência intermediário na alta jardinagem. Sua floração dura de 9 a 10 semanas, rendendo bons resultados no indoor, que podem passar de 500g/m².
Rende buds compactos e resinados, sendo uma planta ótima para extrações.
A Ipanema, portanto, seja a icônica praia do Rio de Janeiro, seja a strain braba da Black Farm Genetix, entrega tudo aquilo que se espera de uma experiência diferencia!
E aí… Partiu Ipanema?
Eu sou o Makana com mais uma marola informativa sobre genéticas e cultivo promovida pela Flora Urbana e o Cannabis Monitor! Valeu!








